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Mascne: entenda como evitar o aparecimento de acnes devido ao uso de máscara

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Por Fernanda Machado (estagiária)*

 

Em todo o mundo as máscaras de proteção se tornaram parte essencial do cotidiano devido a pandemia do novo coronavírus. O uso constante do acessório tem acarretado um efeito colateral indesejado: o aparecimento de acnes.

– Isso acontece porque as máscaras ocluem a região do rosto por onde respiramos (nariz e boca). Com a respiração a máscara acaba ficando úmida, o que propicia o aparecimento de espinhas e cravos, principalmente em pessoas que já têm alguma pré-disposição a ter acne – explicou Dra. Alessandra Romiti, coordenadora do Departamento de Cosmiatria da Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD).

De acordo com a especialista, se a máscara for descartável, o ideal é trocá-la a cada 3 horas ou quando ela ficar úmida. Se for de pano, é preciso que ela tenha uma camada dupla ou tripla e seja feita de um tecido de algodão. Na hora de lavar, recomenda-se não usar produtos que causem irritação, dando preferência a sabões neutros.

– Além disso, deve-se enxaguar muito bem para que não haja perigo de que quando a pessoa estiver com a máscara no rosto, a pele entre em contato com produtos químicos fortes – completou.

Evitar cremes faciais grossos e oclusivos e diminuir a quantidade de maquiagem também pode ajudar a evitar o aparecimento de espinhas e cravos.

As principais responsáveis pelo aparecimento de acnes são as máscaras N95, utilizadas por profissionais de saúde e outras pessoas que trabalham em ambientes hospitalares. Por isso, é importante que o uso delas seja exclusivo para esses indivíduos.

Seguindo essas orientações corretamente, há grandes chances de evitar a temida “mascne”.

 

Sob a supervisão de Juliana Temporal

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