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Hospitais federais do Rio de Janeiro terão mais dois mil profissionais

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Cerca de dois mil profissionais serão contratados temporariamente para atuar nos hospitais federais do Rio de Janeiro. O anúncio foi feito, nesta segunda-feira (27), pelo ministro da Saúde, Ricardo Barros. Eles atenderão nas unidades do Andaraí, Bonsucesso, Cardoso Fontes, Ipanema, Lagoa e dos Servidores do Estado, além dos institutos nacionais de Câncer (Inca), de Traumatologia e Ortopedia (Into) e de Cardiologia (INC).

Consultores do Hospital Sírio Libanês, que atuam em cada um dos seis hospitais federais contribuindo no planejamento, irão avaliar a necessidade de novas contratações com base no atendimento à população e na especialização cada unidade.

A expectativa da medida é de aumentar a oferta de serviços oferecidos por esses hospitais, que têm registrado melhora nos números de atendimento à população. Desde janeiro, a espera cirúrgica nessas unidades foi reduzida em 82%, passando de 17 mil em janeiro para 3.056 cirurgias em novembro.

Outra medida que vai melhorar os serviços prestados é a integração das centrais de regulação, prevista para dezembro. Hoje, as centrais do estado e dos municípios do Rio de Janeiro atuam separadamente, sem a participação dos hospitais federais. Com a integração, será possível criar a fila única do SUS.

““Com essas ações estamos organizando a rede de assistência do estado do Rio de Janeiro e melhorando a oferta de serviços a partir da especialização de cada unidade. A expectativa é de ampliar em 20% o número de cirurgias com a mesma estrutura. A unificação da central de regulação deve organizar as demandas do SUS numa fila única, os pacientes saberão seu lugar na fila”, afirmou o ministro.

Essas ações fazem parte do plano de reestruturação dos hospitais federais, que prevê a especialização de cada uma das seis unidades em determinadas áreas de atuação, qualificando a assistência e ampliando a oferta dos serviços à população. A meta é aumentar em 20% o atendimento em oncologia, ortopedia e cardiologia. Atualmente, o ministério destina cerca de R$ 1 bilhão para o pagamento de profissionais nessas unidades.

Fonte: Portal Brasil

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