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Doenças do inverno: como cuidar da sua saúde no frio

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Por: Equipe da Redação 
redacaoobservatorio@gmail.com 

O inverno que chegou no dia 21 de junho, é marcado pelas baixas temperaturas e pela umidade do ar. Nesse período, é muito comum ocorrer variações bruscas de temperatura, um dos fatores responsáveis por desencadear inúmeras doenças respiratórias crônicas. Além disso, em épocas de frio, as pessoas costumam ficar mais aglomeradas em ambientes fechados, o que facilita a transmissão de vírus, bactérias e fungos. Por isso, especialistas recomendam alguns cuidados especiais que devem ser feitos durante essa fase, para evitar crises alérgicas e agravos à saúde.

As chamadas doenças do inverno são transmitidas pelo contato direto de uma pessoa para outra, através de vírus e bactérias, que são facilmente propagados em locais onde há pouca circulação do ar. Por causa dessa mudança de temperatura que ocorre constantemente nessa estação do ano, o corpo fica variável, e com isso a umidade e os glóbulos brancos  – células incolores que atuam na proteção do organismo agindo contra infecções, doenças, alergias e resfriados- modificam-se, prejudicando a defesa do organismo e permitindo o desenvolvimento de infecções virais, fungos e bactérias.

Os problemas mais comuns no inverno são aqueles que afetam as vias respiratórias, sendo as principais: gripe, resfriado, pneumonia, bronquite, Rinite, asma, sinusite e conjuntivite alérgica. A maioria delas são transmitidas pela tosse, mas de acordo com o pneumologista Nelson Pimentel, é importante atentar-se para demais meios de transmissão, como o caso do espirro.

“É preciso tomar muito cuidado ao tossir, pois quando alguém espirra na mão, o vírus passa a concentrar-se nessa região e quando a pessoa vai  encostar em qualquer objeto – uma porta ou uma fechadura- acaba contaminando-o.” Alerta o médico.

Esses tipos de problemas respiratórios são mais acometidos em crianças menores de 12 anos e idosos, por terem o sistema imune mais fragilizado. Entretanto, qualquer pessoa que estiver exposta a esses agentes infecciosos podem vir a apresentar complicações  ligadas a respiração.

Já os sintomas mais recorrentes nessas situações são: coriza, febre muito baixa, moleza no corpo, dor de garganta, espirros, conjuntivite e coceira no nariz.

Embora as doenças respiratórias crônicas não tenham cura, existem algumas medidas que quando colocadas em prática, ajudam a controlar essas ocorrências. Por isso, o Observatório da Saúde separou algumas dicas que irão te ajudar a prevenir tais problemas: lavar sempre as mãos com água e sabão; fazer a lavagem das narinas com soro fisiológico; limpar todo o ambiente da casa; colocar o colchão e toda roupa de cama para tomar sol entre 10 a 15 minutos –  os raios solares filtram e matam as bactérias, vírus e fungos-; usar bastante de toalha de papel e descarta-los após o uso; deixar as janelas abertas e permitir a ventilação por toda a casa.

Além disso, nesse período, a vacinação é uma das formas mais eficazes para diminuir o contágio, atuando na proteção contra os principais vírus causadores de gripe. A imunização é de extrema importância para aquelas pessoas que possuem um maior risco para desenvolver quadros mais graves de gripe e pneumonia viral, como idosos, crianças, gestantes, diabéticos e portadores de doenças pulmonares, cardíacas ou autoimunes.

Para cada tipo das patologias virais, é recomendado um tipo de tratamento específico. Por isso, ao detectar tais sintomas, é fundamental procurar por um especialista da área – de preferência um pneumologista-, para fazer o diagnóstico correto e dessa forma, obter resultados mais efetivos.

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