Isis Breves

Saúde Coletiva

Por Isis Breves

Dia Mundial do Coração

Dia 29 de setembro é o Dia Mundial do Coração. A data foi criada pela WHF – World Heart Federation em 2000 para conscientizar a população sobre a saúde do coração, principalmente para promover a prevenção de doenças cardiovasculares.  As doenças do coração é uma preocupação mundial e a Organização Mundial da Saúde (OMS) revela que as doenças cardiovasculares são a principal causa de morte no mundo.
Estima-se que 17.7 milhões morreram por doenças cardiovasculares em 2015, o que representa 31% de todas as mortes em nível global. 

A maioria das doenças do coração pode ser prevenida por meio da abordagem de fatores comportamentais de risco, como tabagismo, dietas não saudáveis e obesidade, sedentarismo e uso do álcool. Por isso, no Dia Mundial do Coração há campanhas em todo mundo para promover a prática regular de atividades físicas, como caminhadas, dietas saudáveis a base de frutas e legumes, redução do sal/sódio na dieta, o combate ao fumo e ao alcoolismo.

O Sistema Único de Saúde (SUS) classifica e atende cerca de 40 doenças relacionadas ao coração, sendo que quatro são as mais recorrentes nos atendimentos das unidades de saúde estão entre as 20 principais causas de mortes: Infarto agudo do miocárdio, doenças hipertensivas, insuficiência cardíaca e miocardiopatias. 

A doença do coração está entre as principais causas da perda de produtividade no trabalho e a diminuição da renda familiar no Brasil e respondem pelas maiores taxas de morbimortalidade e pelos gastos assistenciais com a saúde, podendo ser minimizada pela redução dos fatores de riscos, como a promoção e adesão de hábitos saudáveis, diagnóstico precoce e tratamento oportuno.

Nesse contexto, em 2008, o MS publicou o documento “Diretrizes e Recomendações para o Cuidado Integral de Doenças Crônicas Não-Transmissíveis: Promoção da Saúde, Vigilância, Prevenção e Assistência”, o qual propõe uma reflexão sobre o modelo de assistência orientado para responder às necessidades das pessoas com doenças crônicas não-transmissíveis  (DCNT) , o qual as doenças do coração estão inseridas, com o objetivo de fortalecer ações de cuidado integral aos pacientes com DCNT.

Em 2012, o MS implementou o Plano de Ações Estratégicas para o Enfrentamento das DCNT, que constituem como o grupo de doenças de maior magnitude no país, atingindo, em especial, as populações mais vulneráveis, como as de baixa renda e escolaridade. O Plano visa enfrentar e deter as DCNT até 2022. Destaca-se dentre as metas do MS, aumentar a prevalência da atividade física no tempo livre em 10%, e redução da prevalência do tabagismo em 30%,  como medidas preventivas das doenças cardiovasculares.

Em 2017, o Ministério da Saúde (MS) fez o lançamento do Plano Nacional de Assistência à Criança com Cardiopatia Congênita para integrar ações de acesso ao diagnóstico, tratamento e reabilitação com incremento de R$ 39,3 milhões destinados aos procedimentos de cardiopatia congênita.

Entre junho de 2017 a março de 2018, o número de procedimentos cirúrgicos relacionados à cardiopatia congênita aumentou de 8% passando de 6.317 para 6.867 em todo Brasil. Nesse período, a lista de espera dos pacientes caiu em 35%, passando de 109 para 70.

Instituto Nacional de Cardiologia (INC) no Rio de Janeiro

Em 2017, foi inaugurado a ampliação da Unidade CardioIntensiva e da área de Hemodinâmica do INS do Rio de Janeiro. O investimento foi de R$ 950 mil em obras e aquisição de equipamentos para a ampliação.

A nova estrutura do hospital permitiu aumentar o número de leitos de quatro para sete na Hemodinâmica, além de ampliar a sala de comando e de coordenação de enfermagem.  A expectativa é qualificar a oferta de serviços, com mais segurança e qualidade de atendimento à população. Após a reforma das unidades de terapia intensiva, será possível também ampliar a oferta de cirurgias cardíacas no INC.

Referência no tratamento de alta complexidade em doenças cardíacas, o Instituto Nacional de Cardiologia atua há mais de 40 anos com destaque em procedimentos hemodinâmicos, cirurgias cardíacas de alta complexidade, incluindo as neonatais. O INC é o único hospital público que realiza transplantes cardíacos em adultos e crianças no estado do Rio de Janeiro e o segundo que mais realiza cirurgias de cardiopatias congênitas no Brasil. Em 2017, a unidade realizou 10 transplantes de coração. Até julho de 2018, foram 12 transplantes.  Na unidade são realizadas, em média, 80 cirurgias por mês entre adultos e crianças. O INC possui 160 leitos, sendo 55 de UTI.

Dia 29 de setembro é o Dia Mundial do Coração. A data foi criada pela WHF – World Heart Federation em 2000 para conscientizar a população sobre a saúde do coração, principalmente para promover a prevenção de doenças cardiovasculares.  As doenças do coração é uma preocupação mundial e a Organização Mundial da Saúde (OMS) revela que as doenças cardiovasculares são a principal causa de morte no mundo.
Estima-se que 17.7 milhões morreram por doenças cardiovasculares em 2015, o que representa 31% de todas as mortes em nível global. 

A maioria das doenças do coração pode ser prevenida por meio da abordagem de fatores comportamentais de risco, como tabagismo, dietas não saudáveis e obesidade, sedentarismo e uso do álcool. Por isso, no Dia Mundial do Coração há campanhas em todo mundo para promover a prática regular de atividades físicas, como caminhadas, dietas saudáveis a base de frutas e legumes, redução do sal/sódio na dieta, o combate ao fumo e ao alcoolismo.

O Sistema Único de Saúde (SUS) classifica e atende cerca de 40 doenças relacionadas ao coração, sendo que quatro são as mais recorrentes nos atendimentos das unidades de saúde estão entre as 20 principais causas de mortes: Infarto agudo do miocárdio, doenças hipertensivas, insuficiência cardíaca e miocardiopatias. 

A doença do coração está entre as principais causas da perda de produtividade no trabalho e a diminuição da renda familiar no Brasil e respondem pelas maiores taxas de morbimortalidade e pelos gastos assistenciais com a saúde, podendo ser minimizada pela redução dos fatores de riscos, como a promoção e adesão de hábitos saudáveis, diagnóstico precoce e tratamento oportuno.

Nesse contexto, em 2008, o MS publicou o documento “Diretrizes e Recomendações para o Cuidado Integral de Doenças Crônicas Não-Transmissíveis: Promoção da Saúde, Vigilância, Prevenção e Assistência”, o qual propõe uma reflexão sobre o modelo de assistência orientado para responder às necessidades das pessoas com doenças crônicas não-transmissíveis  (DCNT) , o qual as doenças do coração estão inseridas, com o objetivo de fortalecer ações de cuidado integral aos pacientes com DCNT.

Em 2012, o MS implementou o Plano de Ações Estratégicas para o Enfrentamento das DCNT, que constituem como o grupo de doenças de maior magnitude no país, atingindo, em especial, as populações mais vulneráveis, como as de baixa renda e escolaridade. O Plano visa enfrentar e deter as DCNT até 2022. Destaca-se dentre as metas do MS, aumentar a prevalência da atividade física no tempo livre em 10%, e redução da prevalência do tabagismo em 30%,  como medidas preventivas das doenças cardiovasculares.

Em 2017, o Ministério da Saúde (MS) fez o lançamento do Plano Nacional de Assistência à Criança com Cardiopatia Congênita para integrar ações de acesso ao diagnóstico, tratamento e reabilitação com incremento de R$ 39,3 milhões destinados aos procedimentos de cardiopatia congênita.

Entre junho de 2017 a março de 2018, o número de procedimentos cirúrgicos relacionados à cardiopatia congênita aumentou de 8% passando de 6.317 para 6.867 em todo Brasil. Nesse período, a lista de espera dos pacientes caiu em 35%, passando de 109 para 70.

Instituto Nacional de Cardiologia (INC) no Rio de Janeiro

Em 2017, foi inaugurado a ampliação da Unidade CardioIntensiva e da área de Hemodinâmica do INS do Rio de Janeiro. O investimento foi de R$ 950 mil em obras e aquisição de equipamentos para a ampliação.

A nova estrutura do hospital permitiu aumentar o número de leitos de quatro para sete na Hemodinâmica, além de ampliar a sala de comando e de coordenação de enfermagem.  A expectativa é qualificar a oferta de serviços, com mais segurança e qualidade de atendimento à população. Após a reforma das unidades de terapia intensiva, será possível também ampliar a oferta de cirurgias cardíacas no INC.

Referência no tratamento de alta complexidade em doenças cardíacas, o Instituto Nacional de Cardiologia atua há mais de 40 anos com destaque em procedimentos hemodinâmicos, cirurgias cardíacas de alta complexidade, incluindo as neonatais. O INC é o único hospital público que realiza transplantes cardíacos em adultos e crianças no estado do Rio de Janeiro e o segundo que mais realiza cirurgias de cardiopatias congênitas no Brasil. Em 2017, a unidade realizou 10 transplantes de coração. Até julho de 2018, foram 12 transplantes.  Na unidade são realizadas, em média, 80 cirurgias por mês entre adultos e crianças. O INC possui 160 leitos, sendo 55 de UTI.

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